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Coleções

Coleção resultante da campanha efetuada pelo ex-Instituto Geográfico e Cadastral (IGC) no apoio aos Serviços de Geodesia nos trabalhos de nivelamento, necessários para a obtenção de cotas para a planificação dos trajetos das levadas da Ilha da Madeira.

Conjunto de 45 fotografias tiradas pela casa fotográfica "Perestrellos Photographos" mostrando os trabalhos de construção das levadas da Ilha na Madeira.

Coleção composta por um conjunto de 12 folhas litográficas, representando a perspetiva geológica da costa marítima entre o Norte e Sul da foz do rio Tejo.

Estas representações de detalhe, ao conterem informações de natureza estratigráfica e estrutural, permitiram obter, pela primeira vez, uma visão de conjunto da morfologia e da natureza geológica do litoral português, colocando em evidência as grandes estruturas tectónicas, para além das atitudes, espessuras e ordenamento estratigráfico das unidades aflorantes nos troços expostos em arriba.

Escala horizontal  ca. 1:5 000, escala vertical, ca. 1:2500 - 1870-1873

Reportagem fotográfica preparatória para Exposição de Artes Gráficas em Lisboa no ano de 1942 e representativa das atividades e dos funcionários do extinto Instituto Geográfico e Cadastral, a qual mereceu a visita do então Chefe de Estado e Ministro da Tutela.

Em dezembro de 1942, o I.G.C. foi o anfitrião da Exposição de Artes Gráficas, organizada pela Sociedade Nacional de Belas Artes, tendo por objetivo principal a mostra do riquíssimo património histórico e de conhecimento nas artes gráficas do então Instituto.

Coleção composta por 68 folhas aguareladas da Carta topográfica da cidade de Lisboa. A coleção contém um cartograma representativo da junção das folhas.

A Carta Topográfica de Lisboa, foi levantada à escala de 1:1 000 entre 1856 e 1858 por ordem de D. Maria II, sob a direção de Filipe Folque, por Carlos Pezerat, Francisco Goullard, César Goullard e publicada em 1859.

Esta carta teve também o objetivo de determinar cotas de altitude para o planeamento dos esgotos da cidade de Lisboa.

"A cidade de Lisboa, por seu turno, necessitava também de uma «perfeita e exacta planta, topográfica», sobre a qual se projectariam os diversos trabalhos especiais a executar na capital, tais como: abertura e alinhamento de ruas, aformoseamento de praças, construção de cais, canalização de águas e condução de esgotos.

Havia, é certo, várias plantas de Lisboa mas nenhuma delas satisfazia aos fins projecta-dos.

As plantas de Tinoco, Fava e Ferreira de Sousa eram em pequena escala, faltando-lhes também dois valiosos elementos na sua construção: uma triangulação adequada e um preciso nivelamento de toda a cidade.

Não merecendo portanto a confiança exigida para semelhantes fins, necessário se torna-va levantar uma planta, em grande escala, segundo os modernos, princípios da topografia.

E, assim, por proposta de Fontes Pereira de Melo, a rainha D. Maria II, por portaria de 2 de Novembro de 1853 e expedida pela repartição técnica da direcção geral de Obras Públi-cas daquele ministério, ordenava ao conselheiro Filipe Forque, director dos Trabalhos Geodésicos e Topográficos do Reino, que mandasse proceder ao levantamento topográfi-co da cidade de Lisboa, na grande escala de 1/1.000, de forma a abranger toda área da capital adentro da linha de circunvalação, com o terreno até 200 metros além dela, e as margens do Tejo desde o Beato António à Igreja dos Jerónimos, com igual distância de terreno...atendendo à perfeita exatidão dos trabalhos apresentados e à beleza que o colo-rido das culturas tanto fazia realçar, podendo assim considerar-se essa planta como o Ca-dastro Parcelar Topográfico da cidade…"

In: (Subsídios para a História da Cartografia Portuguesa, Pina Manique)

A Carta Topográfica de Lisboa, foi levantada à escala de 1:1 000 entre 1856 e 1858 e publicada em 1859, por ordem de D. Maria II, sob a direção de Filipe Folque, pelos empresários Carlos Pezerat, Francisco Goullard e César Goullard.

Esta carta teve o objetivo de obter "uma perfeita e exacta planta topográfica" sobre a qual se projetariam os diversos trabalhos especiais a executar na capital tais como: abertura e alinhamento de ruas, aformoseamento de praças, construção de cais, canalização de águas e condução de esgotos.

Designação do Plano: Anteplano Geral de Urbanização de Aljustrel, contemplando a 1ª Solução (1948), a 2ª Solução / 1ª Remodelação (1950) e a 3ª Solução / 2ª Remodelação (1951)

Autor: Mário de Oliveira (Arq.)

Entidade Adjudicante: Câmara Municipal de Aljustrel

Notas: Versões de 1948 e 1950 - Reprovadas pelo Parecer do CSOP nº 002147, de 12/01/1951. Versão de 1951 - Reprovado por Despacho Ministerial de 29/03/1952.

  • 01 - Planta da Região [nº 1], escala 1/25000.
  • 02 - Planta de Conjunto / Estado Actual [nº 2], escala 1/2000.
  • 03 - Planta de Trabalho [nº 3], escala 1/2000.
  • 04 - Planta de Apresentação [nº 4], escala 1/2000.
  • 05 - Fotografia: Rua Almeida Garrett [Peças Escritas, pág. 17].
  • 06 - Fotografia: Rua António Coelho Guerreiro [Peças Escritas, pág. 17].
  • 07 - Fotografia: Vista do Correio para a futura Avenida Dr. Oliveira Salazar [Peças Escritas, pág. 18].
  • 08 - Fotografia: Rua 20 de Setembro [Peças Escritas, pág. 18].
  • 09 - Fotografia: Vista geral de Este para Oeste [Peças Escritas, pág. 19].
  • 10 - Fotografia: Rua 1 de Abril [Peças Escritas, pág. 19].
  • 11 - Fotografia: Vista de Aljustrel tirada de Poente para Nascente, vendo-se o Monte da Senhora do Castelo [Peças Escritas, pág. 20].
  • 12 - Fotografia: Rua 1º de Dezembro [Peças Escritas, pág. 20].
  • 13 - Fotografia: Vista parcial tirada do Poente para Nascente [Peças Escritas, pág. 21].
  • 14 - Fotografia: Rua Outeiro das Covas [Peças Escritas, pág. 21].
  • 15 - Fotografia: Largo da Igreja, apanhando a rua de acesso à Nossa Senhora do Castelo [Peças Escritas, pág. 22].
  • 16 - Fotografia: Avenida d’Algares [Peças Escritas, pág. 22].
  • 17 - Planta de Apresentação [nº 1], escala 1/2000.
  • 18 - Planta de Trabalho [nº 2], escala 1/2000.
  • 19 - Planta de Conjunto / Estado Actual e Inquérito [nº 1], escala 1/2000.
  • 20 - Planta de Apresentação [nº 3], escala 1/2000.
  • 21 - Planta de Zonas [nº 4], escala 1/2000.

A planta do bairro de Alfama é um conjunto de oito folhas aguareladas, à escala de 1:500, executadas pelos empresários Carlos Pezerat, Francisco Goullard e César Goullard.

Com a necessidade de conhecer os seus apertados arruamentos e irregular distribuição, por iniciativa do ministro das Obras Públicas, foi efetuado o levantamento topográfico do bairro em maior escala, em simultâneo com o levantamento da Carta Topográfica da Cidade de Lisboa em 1856, tendo sido finalizada em 1858.

A quando da produção do levantamento da planta do bairro de Alfama e da planta topográfica da cidade de Lisboa, devido à precisão e qualidade artística apresentada, "os três empresários entregaram a Filipe Folque uma proposta para serem aumentados os valores contratualizados em oitocentos réis por hectare.

Folque, sempre justo na retribuição dos trabalhos, mas, ao mesmo tempo, acérrimo defensor dos interesses do Estado, propôs, porém ao ministro, que embora acrescido dessa quantia e mesmo assim não atingindo o preço pedido pelos dois outros concorrentes se abonasse somente mais seiscentos réis por hectare, concedendo-lhes também como pediam, uma mensalidade de cem mil reis em vez da estabelecida no contrato sempre que apresentassem trabalho naquela ou superior importância e desde que o orçamento para 1857, o Governo aprovasse a verba que havia proposto para as despesas dos Trabalhos Geodésicos e Topográficos do Reino."

In: (Subsídios para a História da Cartografia Portuguesa, Pina Manique)

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